Karina Kuschnir

desenhos, textos, coisas


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Outubro/2019 reciclado

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Pessoal, aí vai o calendário de outubro/2019 em .PDF para imprimir.

Está super atrasado e é a primeira vez que aproveito imagens anteriores. Foi o possível, num mês cheio de compromissos e imprevistos… Fico um pouco envergonhada de trazer um tema de tanta opulência em plena crise de 2019. Mas escolhi esse porque as semanas coincidiam e gosto dos desenhos repletos de detalhes.

Espero que ainda seja útil para algumas pessoas.

Obrigada a todos que me escreveram perguntando se haveria calendário em outubro. Eu tinha até um tema planejado, mas não consegui fazer a tempo, desculpem! Foi um mês de muito trabalho extra e estresses desnecessários. Tenho precisado descansar. Abraço apertado em todos.  ♥

 


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Setembro/2019 com luz

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Calendário de Setembro de 2019 e .PDF para imprimir prontos!

Esse mês, o tema surgiu da minha dificuldade de encontrar uma luz boa para ler em casa à noite. Ainda não tenho uma maravilhosa, mas tá na lista de “um dia, talvez”.

Quem ama ler, adora uma boa iluminação. O melhor dos mundos é ter luz natural, mas meu quarto não é muito privilegiado nesse ponto. Na cabeceira, tenho uma lâmpada de pé (igual àquela grande e vermelha, no lado esquerdo do calendário, só que é preta, herdada de uma amiga). Na sala, minha fonte é um abajur dourado-descascado (no canto superior direito da imagem). Herdei essa peça da minha mãe e, apesar dos defeitos, é minha queridinha.

No mais, temos a lampada de cúpula vermelha simples (à esquerda do cacto) e a luminária preta (à direita do cacto, que fica na minha mesa de desenho, herdada da minha prima). As demais imagens foram inspiradas em achados na internet.

E o que estou lendo com essa luz toda? Essa semana li uma dissertação de mestrado (ótima, do querido Vinícius Moraes de Azevedo) e continuei a ler quatro livros ao mesmo tempo: “Beatrix Potter: a life in nature”, “Reportagem ilustrada”, “Find your artistic voice” e “A interpretação dos sonhos”. Sigo relendo devagarinho “O caminho do artista”. (Artigos e trabalhos de alunos não contam, né?)

Preciso de luz também porque continuo apaixonada por escrever à mão. Desde julho, voltei a ter um caderno simples onde escrevo pelo menos três páginas por dia. Está sendo um espaço para relaxar, refletir, registrar, planejar, anotar ideias, desabafar e desplugar.

Desejo a todos que Setembro seja um mês de encontros: com pessoas queridas e consigo mesmo. Para mim, o caderno está sendo essa fonte: um refúgio que me alimenta para voltar ao mundo tentando ter lucidez, calma e força, um dia de cada vez.

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Vida acadêmica – Novidade no blog! – Um grande passo que consegui dar essa semana foi criar uma página só para organizar os posts sobre vida acadêmica aqui no blog. Espero que gostem! Ainda estou reunindo os posts por assunto, mas já tem muita coisa lá.

Sobre o desenho: Apesar da ideia antecipada, só estou postando hoje, 1/09, porque levo muito tempo para rascunhar, finalizar, colorir, escanear e editar um desenho desses. Às vezes consigo trabalhar em várias etapas, mas quase sempre dedico um dia inteiro (sábado ou domingo) para isso. Além das quatro luminárias de casa (descritas acima), peguei inspiração em imagens da internet para as demais. Fiz uma versão a lápis primeiro, depois passei canetinhas 0.1 e 0.05 Pigma Micron de nanquim permanente. É importante deixar secar bem antes de apagar o lápis do rascunho ou de colorir com cores claras sobre elas. A qualidade das canetinhas também se mede por esse tempo de secagem. Na minha experiência, a Unipin é a mais rápida (só que a tinta acaba logo) e a Staedtler é a mais demorada, com a Pigma Micron no meio termo. Depois de tudo seco, colori com lápis de cor Polychromos da Faber-Castell. Confesso que fiquei um poquinho em dúvida se gostei das manchas amarelas para indicar luz, mas agora já foi. A minha luminária preferida foi a de madeira com a cúpula vermelha redondinha. E adorei lembrar de fazer a palava “luz”, enfeite típico dos anos 1980, que eu achava lindo. Outro momento nostalgia foram as mini-luminárias de conectar na parede em quartos de bebê. A do ovinho, do cacto e da estrela são desse tipo. E as de vocês, quais são as preferidas?

Você acabou de ler “Setembro/2019 com luz“, escrito e ilustrado por Karina Kuschnir e publicado em karinakuschnir.wordpress.com. Se quiser receber automaticamente novos posts, vá para a página inicial do blog e insira seu e-mail na caixa lateral à direita. Se estiver no celular, a caixa de inscrição está no rodapé. Obrigada! ☺

Como citar: Kuschnir, Karina. 2019. “Setembro/2019 com luz”, Publicado em karinakuschnir.wordpress.com, url: https://wp.me/p42zgF-3MV. Acesso em [dd/mm/aaaa].


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Agosto/2019 – Pedacinhos de memória e afeto

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Calendário de Agosto de 2019 e .PDF para imprimir feitos!

Tentei caprichar pra vocês, gostaram? As imagens são todas inspiradas em bolsinhas, sacolas e estojos que tenho de verdade. Esse é mais ou menos o meu acervo inteiro, fora uma bolsa preta que uso todos os dias.

Os tamanhos estão fora de escala porque tive que adaptar aos espaços do desenho. Cada uma tem sua história, bem no espírito de uma aula lúdica que expliquei aqui.

Das 22 peças, só 5 não foram presentes! Minhas preferidas são as herdadas da minha avó: a mini mochilinha Kipling verde e a mini bolsinha amarela eram de uso dela, até os seus 98 anos. A bolsa rosa de alça bem comprida ela me deu há muitos anos. É de feltro, com umas flores bordadas, uma coisa que eu nunca compraria mas que aprendi a adorar.

A bolsinha porta-moedas com um símbolo da Suiça foi presente da minha tia-avó, para quem comecei a escrever cartas desde que me entendi por gente, um amor gigante. A necessaire em formato de xícara de chá veio da amizade mais antiga, desde os 14 anos, uma amiga com quem venho trocando cartas infinitas a vida inteira.

As duas bolsas coloridas de alça curta à direita são do Nepal, presente da minha ex-sogra.  São como colchas quilt, de tecidos emendados, com bordados por cima. Pequenas obras de arte! O lápis-estojo veio de Portugal, esse lugar da saudade do Ju e que sintetiza tanto nosso amor mútuo e pela escrita. Os panos enroladinhos são guarda-pincéis, ambos presentes de amigas queridas. Como a bolsinha transparente (que veio numa compra de materiais da Winsor & Newton), remetem à paz da pintura. 

A antropologia está na sacolinha da Reunião da ABA de 2006, em Goiânia. Veio com um tecido de grafismo indígena e é o meu brinde de congresso favorito até hoje. Por estranho que pareça, tem vida acadêmica também na bolsa roxa, presente de uma amiga guru que ficava hospedada na nossa casa quando vinha ao Rio se enfurnar nas bibliotecas e no mundo do século XIX. 

E por aí vai… São pedacinhos de memória e afeto.

A maioria está bem usada e gasta, mas minha vontade de comprar coisas novas é zero. Podem me bombardear de anúncios. Estou vacinada. Já tenho mais do que o suficiente para viver (embora as camisetas estejam furando cada vez mais rápido, como já conversamos, socorro!).

Nossos vazios interiores não vão ser preenchidos por coisas, nunca. Cantar com a Alice, desenhar com o Antônio, trocar com os amores e amigos, viver com os livros, as tintas e os alunos por inteiro. Reconhecer a beleza das nossas memórias, mesmo as rasgadinhas e doídas, cuidar das plantas, dos bichos e das pessoas. É nisso que tenho me apegado.

Li essa semana que, na véspera da Segunda Guerra Mundial, Virginia Woolf se desesperava ao ouvir os discursos racistas e fascistas de Hitler no rádio. Seu marido a acompanhava, horrizado. Até que um dia, Leonard Woolf se recusou a escutar. Preferiu ficar no jardim, plantando suas flores, com esperança de que iriam florescer por muitos anos e, até lá, Hitler já estaria morto.

Plantemos flores, conhecimentos, redes solidárias feitas de gentes. Sobreviveremos aos facínoras do nosso tempo.

Fonte: A historinha do casal Woolf está na página 197 do livrinho “Keep Going”, de Austin Kleon, e foram originalmente contadas nas memórias de Leonard Woof, “Downhill All the Way”. Acabei não resistindo comprar esse livro porque tenho ouvido entrevistas com o autor que é um produtor incansável de diários, prática que retomei nas últimas semanas. Recomendo esperar a tradução, que com certeza virá pois é um desses best-sellers de auto-ajuda para artistas. O primeiro dele, “Roube como um artista”, foi publicado no Brasil pela Rocco. Gostei mais desse último, mas por favor, gente, não saiam esperando grandes profundidades: é uma obra bem modesta, que se lê em poucas horas.

Sobre o desenho: Desenhei observando com canetinha de nanquim permanente Unipin 0,2. Depois colori com vários lápis de cor e fiz alguns detalhes com canetinhas Pigma Micron coloridas. Acho que a base do calendário ficou mais nítida porque venho utilizando um scanner-impressora novo! Tinha comprado em fevereiro (!) mas só em junho tive fôlego para instalar, acreditam? É uma multifuncional Epson L396, sugestão da minha professora de Photoshop. O scanner é mil vezes melhor do que o da minha antiga e basiquinha HP. A impressão ainda não testei muito. É com EcoTank, ou seja, com quatro cores separadas, o que supostamente será uma economia a longo prazo. Mas achei a impressão rápida em preto bem fraquinha e um tanto lenta. Só fica boa se colocar o setup na qualidade normal ou ótima. Enfim, só testando mais. Depois conto aqui.

Boa semana! ♥

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Como citar: Kuschnir, Karina. 2019. “Agosto/2019 – Pedacinhos de memória e afeto”, Publicado em karinakuschnir.wordpress.com, url: https://wp.me/p42zgF-3Lb. Acesso em [dd/mm/aaaa].


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Agosto/2018 – Mulheres que lêem são perigosas

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Pessoas queridas, bom dia! Aí vai o calendário de agosto, uma homenagem ao nosso amor pela leitura. Não sou de ligar tanto para aniversário (dia 21), mas dessa vez resolvi desenhar algo que amo para comemorar.

Antes que eu esqueça: o .pdf para imprimir!

Os desenhos foram inspirados no livro Women who read are dangerous, que ganhei de uma amiga super generosa. ♥ A capa já apareceu aqui no blog num post anterior. As imagens internas são pinturas, desenhos e fotografias.

Não há tantas figuras de corpo inteiro, como a Marilyn Monroe lendo de biquíni, que no calendário ganhou um vestidinho (é a segunda, da esquerda pra direita, na parte de baixo). Várias pinturas de mulheres nuas aparecem no meu desenho em versões vestidas. Para a grande maioria, tive que inventar o corpo, as roupas e os bancos, cadeiras e sofás em que elas se apoiam. Também só me inspirei nas imagens em que as mulheres estavam efetivamente lendo, e não apenas com um livro nas mãos (entre essas, uma das mais lindas, é do Van Gogh). Outra adaptação foi fazer mulheres negras, que, assim como as mulheres-artistas, estão quase ausentes da obra.

Aqui vai a listinha completa das imagens que me ajudaram — para vocês poderem comparar com a versão desenhada no calendário:

Pieter Janssens Elinga – Woman Reading (1668-70)
Jean Raoux – The letter (1720)
Jean-Etienne Liotard – Marie Adelaide of France (1753)
Gustav Adolph Hennig – Girl Reading (1828)
Carl Christian Constantin Hansen – The Artist’s Sister (1826)
Sir Edward Burne-Jones – Portrait of Katie Lewis (1882-86)
Jean-Jacques Henner – Woman Reading (c.1880)
James Tissot – Stillness (s/d)
Peder Severin Kroyer – Rose Garden (1893)
Carl Larsson – Karin Reading (1904)
Vilhelm Hammershoi – Interior with a Woman Reading a Letter (1899)
Albert Marquet – Standing Female Nude (1910)
Robert Breyer – Woman Reading (1909)
Félix Vallotton – Woman with Yellow Necklace Reading (1912)
Gabriele Münter – Woman Reading (1927)
Duncan Grant – The Stove [Angelica Bell] (1936)
Vanessa Bell – Amaryllis and Henrietta (1952)
Cagnaccio di San Pietro – Portrait of Signora Vighi (1930)
Aleksandr Aleksandrovich Deineka – Young Woman with Book (1934)
Edward Hopper – Hotel Room (1931)
Theodore Miller – Lee Miller and Tanja Ramm (s/d)
Eve Arnold – Marilyn Reading Ulysses (1952)

Desses originais, minhas preferidas são as de Ducan Grant e Vanessa Bell, casal de artistas, ela irmã de Virginia Woolf. Também amei a obra de A. A. Deineka e o desenho da Gabriele Münter.

Desculpem o excesso de links! É para vocês terem um gostinho do livro… Ainda não li a introdução de Karen Joy Fowler, mas em breve conto aqui.

7 Coisas impossivelmente-legais-bonitas-interessantes-hilárias-ou-dignas-de-nota da semana:

♥ Li recentemente e adorei: Mamãe & Eu & Mamãe, da Maya Angelou (Rosa dos Tempos, 2018).

♥ O que estou lendo: J-B, Debret, historiador e pintor, de Valéria Lima (Ed.Unicamp, 2007). Achei por acaso na Livraria da Travessa e estou amando. Que maravilha de trabalho! Na próxima vida quero ser historiadora da arte.

♥ Acompanhando: a ótima série no blog da Sarah Toledo sobre livros escritos por mulheres.

♥ Li no celular e adorei: a bem-humorada história do casal Kana e Mateusz Urbanowicz, artistas vivendo no Japão, ela japonesa, ele polonês: 47 mini episódios em quadradinhos, por Kana Urbanowicz.

♥ Onde tenho navegado: Public Domain Review, que manda uma simpática newsletter. Outro dia publicaram essa lindeza de obra botânica.

♥ O que amaria ganhar de aniversário: But I Really Wanted to Be an Anthropologist, da divertida Margaux Motin!

♥ Onde tenho postado — Uma das melhores coisas de julho foi ter feito a mudança de duas estantes de livros do trabalho para casa. Eram obras que há muito tempo eu queria ter mais perto. Com a ajuda do Antônio, fizemos uma enorme reorganização e separamos bastante coisa para doar. Vou postar essas doações lá no Stories do Instagram (onde também venho mostrando as prateleiras reorganizadas — vou mostrar a de mulheres em breve). Meu perfil para quem quiser acompanhar: https://www.instagram.com/karinakuschnir/

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Sobre os desenhos: Primeiro fiz um rápido esboço a lápis de todas as mulheres e livros. Depois passei canetinha de nanquim permanente Pigma Micron 0.05 e colori com lápis-de-cor Polychromos, da Faber-Castell. Tentei usar uma paleta com poucas cores. Alguns pequenos detalhes fiz com canetinhas Pigma Micron de cores diversas. No final, sombreei com lápis-de-cor cinza e azul claro. Minhas preferidas são essas duas deitadinhas. A de cima é totalmente inventada e baseada no meu jeito de ler antes de dormir, vestindo uma calça de pijama bem velhinha que amo. A de baixo é inspirada na pose da imagem de Henner (link acima).

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Há algum tempo venho pensando no que eu poderia fazer com esses desenhos dos calendários mensais. Cheguei a pensar em redesenhá-los e imprimi-los na forma de cartões, mas quem ainda usa cartões de papel, além da minha mãezinha? O que vocês acham? Alguém gostaria de prints dessas imagens em resolução melhor? Se tiverem alguma ideia, me escrevam nos comentários ou em e-mails ou DM no Instagram.

Boa volta às aulas a tod@s!!

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Como citar: Kuschnir, Karina. 2018. “Agosto/2018 – Mulheres que lêem são perigosas”, Publicado em karinakuschnir.wordpress.com, url: https://wp.me/p42zgF-3Gx. Acesso em [dd/mm/aaaa].


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Março/2018 e a difícil arte de ter tempo

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Pessoas queridas, aí vai mais um calendário e o arquivo .pdf para imprimir.

Foi super difícil encontrar energia para finalizar hoje! Olhando de fora, talvez vocês pensem que faço as coisas com a maior tranquilidade… mas não! Vivo discutindo comigo mesma sobre qual trabalho priorizar, como dedicar meu tempo, como manter o blog sem atrapalhar a pesquisa, a vida em família, as leituras, os escritos e mais um monte de tarefas da vida de professora.

Meu tempo é finito, como o de vocês. A diferença é que, ao longo dos últimos anos, fui decidindo abrir mão de coisas pequenas (tipo fazer unha, ler revista e ver Tv) e de coisas grandes, como atuar numa pós-graduação. A morte do meu ex-orientador (Gilberto Velho) em 2012 foi o momento que me fez ver o quanto é crucial ter calma e dedicação para ler, escrever e preparar aulas, sem deixar de viver. Quando me sinto desolada e ansiosa (como ontem, por exemplo), agradeço meu lado cigarra — e toda a sorte que veio de graça na minha vida –, mas valorizo também o meu lado formiga e as pequenas suadas conquistas, como esse espaço aqui.

Obrigada pela companhia! Obrigada por ficarem clicando na página Calendários sempre que o mês tá acabando!! A pressão de vocês me ajuda a recarregar as baterias e encarar a folha do mês em branco. Que vocês recebam essa recarga em dobro!

Sobre o desenho: O calendário foi impresso utilizando o programa Above & Beyond numa folha A4 comum, um pouco mais espessa do que o normal (90gr). Os desenhos foram feitos com canetinha de nanquim descartável Muji preta 0,25. As cores foram adicionadas com lápis-de-cor Caran D’Ache Swisscolor. Os potinhos são inspirados nos que tenho na minha mesa, com uma ou outra decoração extra para alegrar. Meus preferidos do desenho desse mês foram o verde água (no cantinho esquerdo), que é uma embalagem de café usada, o listradinho (que é um copo de louça portuguesa), o potinho de clipes (uma embalagem antiga de canetinhas de criança) e o estojo lilás de coraçõeszinhos, bem adolescente, mas super prático (amo embalagens transparentes). As várias canecas coloridas com frases escritas são de um projeto social da Natura e o desenho do gatinho branco (no pote verde, à direita) é da Alice! ♥

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Como citar: Kuschnir, Karina. 2018. “Março/2018 e a difícil arte de ter tempo”, Publicado em karinakuschnir.wordpress.com, url: https://wp.me/p42zgF-3Dn. Acesso em [dd/mm/aaaa].


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Agosto/2017 – Aconchego

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Pessoas queridas, aí vai o calendário de agosto! Demorou a sair porque eu estava sem tema… até que minha querida mãe sugeriu “aconchego” e me vieram esses novelos de lã. Minhas melhores lembranças da vida são de aconchegos: de mãe, de vó, de tia-vó, de titia, essas quatro mulheres maravilhosas com quem tive a sorte de me aconchegar desde o dia 21 de agosto em que, relutante, nasci.

Para comemorar, além da imagem acima, queria deixar aqui os links para arquivos grandes, que permitem imprimir com mais qualidade. Podem clicar para obter a imagem em .jpg ou em .pdf.

Me digam se a impressão ficou melhor! Isso porque mês passado fui imprimir do blog para testar e achei que ficou ruim se comparado com o original. Já que é um presente meu para vocês, prefiro que seja bem-feito! (Só peço que não façam uso comercial da imagem, claro.)

Semana que vem, volto aos posts!

Que possamos ter um agosto aquecido com prazeres simples. Bora doar casacos, cobertores e meias para quem precisa. ♥

Sobre a imagem: As cores dos novelos foram feitas com canetas pincel Tombow e Koi brush Sakura, inspiradas na paleta da artista Kate Pugsley (tem no Instagram). As linhas fiz com canetinhas Pigma Micron tamanhos 0,2, 0,1 e 0,05 (quanto mais clara a cor, mais fina a caneta).

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Como citar: Kuschnir, Karina. 2017. “Agosto/2017 – Aconchego”, Publicado em karinakuschnir.wordpress.com, url: http://wp.me/p42zgF-2yl. Acesso em [dd/mm/aaaa].