Karina Kuschnir

desenhos, textos, coisas


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Permissão para acreditar

saudecrianca_p.jpgSabe aquele desânimo com tudo? A sensação de que nadamos, nadamos e nada de bom acontece? Convido vocês a fazerem uma pausa. Podem acreditar: existem pessoas que pensam grande, que abraçam famílias inteiras em situação vulnerável, que têm projetos de aconchego e crescimento.

A Associação Saúde Criança é assim. Acredita que o mundo só será saudável quando todas as pessoas tiverem as mesmas oportunidades e direitos. Acredita que saúde se alcança dentro e fora do hospital, com tratamentos e tecnologia, mas também com famílias que possam se sustentar e ser socialmente felizes.

Conheci o projeto através da minha família, que apadrinhou duas crianças com doenças crônicas atendidas pelo Saúde Criança. Em 2015, tive a felicidade de ver de perto o apoio às famílias com filhos em tratamento oncológico. O desenho para a campanha “Câncer infantil tem cura: diagnóstico precoce salva vidas” foi uma ação voluntária que me trouxe muita alegria, emoção e, sobretudo, humildade. Minha contribuição era tão pequena perto do trabalho diário gigantesco dos que se envolvem no Saúde Criança para mudar a vida das famílias de quem passa por lá, do bebê aos irmãos, da mãe, do pai, dos cuidadores, da madrinha, do vô e da vó.

Convido vocês a conhecerem, se envolverem e doarem!

Aqui no Rio de Janeiro, estamos recolhendo doações de roupas de crianças de zero a 12 anos, além de cobertores, casacos e acessórios de inverno. Basta mandar uma mensagem para a Vera no (21) 98131-0108, por Whatsapp.

Quem preferir, pode doar diretamente na sede da Associação Saúde Criança, na Rua das Palmeiras, 65 – Botafogo, tel. (21) 2286-9988, ou em alguma das outras sedes (Gávea, Ilha do Governador e Petrópolis no RJ; e Porto Alegre-RS).

Para contribuir de outra forma, conheçam as histórias das famílias atendidas no projeto Transforme uma Realidade (com doações do tipo Benfeitoria), além de outras doações possíveis e do trabalho como voluntário(a).

Para saber mais sobre a Associação Saúde Criança: uma entrevista na revista Trip com sua fundadora Vera Cordeiro, um vídeo no Bom Dia Brasil e outro sobre os 20 anos da ong no programa Fátima Bernardes. As informações completas, sobre todas as esferas do projeto, estão na página Saudecrianca.org. Nas redes sociais, tem o perfil SaudeCriancaBrasil no Facebook e o @SaudeCriança no Instagram.

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Sobre o desenho: Juntei roupas que tinha aqui em casa para fazer um desenho de obervação. Tive que subir no armário de guardados e resgatar algumas peças das crianças. Achei um casaquinho e um gorro de tricô colorido (da marca brasileira PUC) que foi super usado pela Alice. Deu uma saudade imensa de quando ela era bebê!

Primeiro fiz um esboço com lápis grafite HB no verso de uma folha do bloco XL Canson Mix-Media. (Ufa, última folha desse bloco de que não gostei muito, mas que utilizei até o final.) Depois retracei os contornos principais com caneta de nanquim permanente descartável Pigma Micron Sakura 0.4. Os detalhes internos e as texturas de cada peça foram desenhadas com a mesma caneta, só que com espessura de ponta 0.05. Para os escritos laterais, utilizei uma 0.2. O contorno da palavra “Doações” foi feito com uma Pigma Micron 0.05 colorida (não achei número nem nome, mas é no tom “sanguínea”, que também se chama de “Sienna queimada” ou nossa velha e boa “cor de tijolo”). A palavra “Saúde” foi feita com várias Pigma Microns coloridas e uma esferográfica Pentel R.S.V.P. med. para a cor turquesa.

Meu plano inicial era pintar o desenho principal com aquarela. No entanto, diante da quantidade de detalhes, achei melhor utilizar os lápis de cor. Aproveitei para usar os Polychromos da Faber-Castell que comprei em janeiro/2017 — amo tanto que me arrependi de não ter investido em um conjunto com mais cores!.

Como o casaco da Alice seria o destaque no desenho, resolvi começar por ele e acabei utilizando a mesma paleta em todo o restante. A cor do título tem um nome lindo: “Pompeian Red”. O resultado ao vivo ficou, como sempre, bem mais leve e bonito do que o escaneado. Outro problema é que cada tipo de tela “aquece” ou “esfria” o desenho conforme sua vontade… No meu celular, está quente, no notebook, azulado… affe! (Definitivamente preciso fazer um curso de como tornar as versões digitais mais parecidas com as analógicas. Se alguém souber onde, me avisa, por favor! )

Minha inspiração para a imagem desse post (em termos de combinar título-desenho-e-texto) é o trabalho da artista Wendy Macnaughton. Admiro muito sua militância pelos direitos civis e lgbtx, assim como sua visão de arte e cidade em obras como o livro Meanwhile San Francisco e também no Instagram @wendymac.

E para todos que chegaram até aqui, obrigada pela companhia!
Aproveitem o domingo para separar suas doações. Aguardamos os contatos na segunda-feira!

Um ótimo final de final-de-semana! ☼

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Como citar: Kuschnir, Karina. 2018. “Permissão para acreditar”, Publicado em karinakuschnir.wordpress.com, url: https://wp.me/p42zgF-3ER. Acesso em [dd/mm/aaaa].


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Desistindo de (quase) tudo

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“Karina, boa noite.
Ainda não tive tempo de ler todo o conteúdo do site. Te encontrei a partir da primeira parte de um texto com doze dicas para terminar um trabalho acadêmico (…) e tenho feito um esforço para te visitar, no mínimo, uma vez por mês. Diante do teu texto, quis dividir um pouco da minha experiência-angústia com quem parece que entende um pouco disso. De quem emana empatia.
Eu sou doutoranda em história, estou no início do terceiro ano de curso. Quando fiz a seleção estava investigando a possibilidade do meu filho pertencer ao espectro autista. O diagnóstico chegou no mesmo mês que o curso começou: março/16. Passei o primeiro ano brigando por uma mudança de orientador (que só consegui em dez/16) e por uma liminar para o tratamento especializado ao qual ele tem direito (liminar que só foi concedida em abr/17). Já em março, depois da audiência de NÃO conciliação com o plano, perdi a saúde. Já arrastava uma depressão desde março/16 e a partir de março/17 comecei a sentir dores e vários outros sintomas. Pensei que era lupus (e eu ainda não sei se é) mas por enquanto só me dizem: fibromialgia com reação autoimune desconhecida. Eu desconfio que não vou conseguir terminar esse doutorado e não sei se vou conseguir lidar com essa frustração. Ainda nem consigo lidar com as realidades que o autismo do meu filho me impôs. É como se não houvesse espaço pra mais nada na vida além de dores e acompanhar as dinâmicas que a situação clínica dele me impõe. Eu tento resistir mas não tenho energia pra quase mais nada. Sinto um desespero que praticamente ninguém entende, uma vontade de existir à contrapelo de tudo, mas uma vontade ainda maior de desistir de tudo. De tudo.
Não sei exatamente o que eu espero com esse comentário. Talvez ajuda ou só um espaço de visibilidade e dizibilidade.” (Deise, comentário deixado aqui no blog em 2/5/2018)

“Eu não sou a Karina e nem quero ser intrometida respondendo seu comentário pra ela. Na verdade, nem sei o que te dizer, só queria te dizer pra não desistir de tudo. Não vejo nada de errado em desistir. Às vezes, dependendo do que e do momento em que vivemos, desistir de algo pode ser a melhor opção . Mas desistir de tudo é muita coisa. Sei que o cansaço bate, a frustração, mas nesses momentos é importante identificar o que deixar ir e a que se agarrar.
Não sei se você tem condições de buscar ajuda psicológica (talvez vc já faça isso), mas se puder, busque, se aprofunde nisso. Não se comparara dores, mas passei por momentos muito difíceis (concluir o mestrado foi um deles, o trabalho acadêmico é exaustivo) e no momento em que eu estava em um dos buracos mais fundos, fazer terapia foi a minha salvação. Se for possível, busque ajuda profissional, vc não precisa lidar com essas dores sozinha.
Um abraço grande e espero que em breve você possa se sentir melhor.”
(Sarah, em resposta à Deise, dia 3/05/2018)

Cara Deise,

espero que você não se incomode de eu abrir o post com o seu comentário. Como você mesmo sugeriu, achei que sua história precisava de um espaço e de uma visibilidade maior do que o rodapé do post da semana passada.

Sou fã dos escritos da Sarah (no blog Sarices) e concordo com tudo que ela escreveu: não há nada de mal em desistir de algo, mas não de tudo. Também acho que ela acertou no essencial ao dizer: busque ajuda, não tente resolver tanta coisa sozinha. Receba o meu abraço apertado, mesmo de longe, por tudo que você vem passando.

Somos humanas, precisamos de tempo para nos restabelecer diante das dificuldades. Precisamos de pessoas queridas — e também de pessoas profissionais — para nos ajudar a caminhar quando tudo está difícil e sem rumo.

Queria aproveitar sua mensagem para te dizer que já recebi muitas com problemas semelhantes: pessoas passando por dificuldades terríveis (pessoais, familiares ou outras), sem apoio institucional.

Não acho que o problema seja das pós-graduações, especificamente. Ao contrário, ter a oportunidade de fazer um mestrado ou doutorado é, na maior parte das vezes, conquistar para as nossas vidas um espaço de crescimento e alegria, onde encontramos nossa turma, nossos autores favoritos, nossas pesquisas apaixonantes. Mas… mergulhar nesse mundo exige renúncias, dedicação — uma entrega assustadora, quase total. Como dizer para nossas próprias mentes que há uma fronteira entre pensamento (sobre as questões acadêmicas que nos interessam) e nossas vidas (saúde, amor, família, casa, sociedade)?

Não por acaso, grandes nomes da nossa ciência são de pessoas que abriram “mão de tudo”, no sentido contrário do que você escreveu: ou seja, dedicaram-se exclusivamente às suas carreiras de pesquisadores/professores e negligenciaram o restante. Havia quem cuidasse do resto… esse foi o papel legado às mulheres, às pessoas negras e demais excluídos do mundo científico. Esse contexto está mudando, felizmente, mas não sem dor.

Não dá para conciliar tudo. Não dá para ser fazer um doutorado incrível em História e se dedicar integralmente a seu filho, recebendo simultaneamente diagnósticos de autismo, depressão e fibromialgia, sejam seus ou dele. Te escrevo isso com o coração, como escreveria para minha melhor amiga, como escrevia para as mães que me procuravam na minha época de voluntária nas Amigas do Peito.

Muitas mães encontram dificuldades para amamentar, e quase sempre o primeiro passo é se cuidar, se alimentar bem, descansar o suficiente, se cercar de pessoas queridas, que te apoiem, além de deixar pra trás antigos hábitos, culpas e obrigações… Aceitando que somos recém-mães, aceitamos melhor as alegrias, mas também os imensos desafios, de cuidar de um bebê recém-nascido…

Foram muitas notícias impactantes juntas na sua vida. Daqui de longe, parafraseando o conselho dos grupos de anônimos, te desejo “força para mudar o que estiver ao seu alcance; energia para aceitar o que for preciso, e sabedoria para diferenciar as duas coisas. Vinte e quatro horas de cada vez.”

Se cuide, Deise, e cuide do seu filhote. Quem sabe não daria para trancar o doutorado por um ou dois semestres, até você recuperar sua saúde e se sentir mais tranquila para voltar? Na minha própria vida, saber que posso apertar um “pause” em alguma área é o que me acalma mais. Além disso, tento ficar menos online e mais perto de pessoas queridas, xícaras de chá e livros para me fazer companhia.

Dê notícias,

K.

Sobre o desenho: Fiz esses objetos que ganhei de presente há pouco tempo como um símbolo do carinho que quis transmitir à Deise, além de agradecer às pessoas queridas que me deram essas delícias: uma caneca e um cartão vindos de Portugal, um livro do Umberto Eco sobre escrita e um livro com pinturas e desenhos de mulheres lendo, chamado “Women who read are dangerous”, vindo da Inglaterra. Obrigada, amores! ♥ Linhas com canetas Pigma Micron 0.2 e 0.05, no verso de um papel Canson Mix Media, depois coloridas com aquarelas Winsor & Newton.

Você acabou de ler “Desistindo de (quase) tudo“, escrito e ilustrado por Karina Kuschnir e publicado em karinakuschnir.wordpress.com. Se quiser receber automaticamente novos posts, vá para a página inicial do blog e insira seu e-mail na caixa lateral à direita. Se estiver no celular, a caixa de inscrição está no rodapé. Obrigada! 🙂

Como citar: Kuschnir, Karina. 2018. “Desistindo de (quase) tudo”, Publicado em karinakuschnir.wordpress.com, url: https://wp.me/p42zgF-3En. Acesso em [dd/mm/aaaa].


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Câncer infantil tem cura!

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Sabem aqueles momentos da vida que nos inundam de esperança? Foi assim que me senti no dia em que fiz esses desenhos (acima), durante uma visita ao Aquário Carioca, unidade de diagnóstico e tratamento de crianças e jovens com câncer do Hospital da Lagoa, no Rio. Fui a convite da Ludmila Lavigne, mãe de uma amiguinha da Alice e de um saudável menino que fez transplante de medula há alguns anos. Hoje, ela é uma voluntária, guerreira, que apoia as equipes de saúde e as famílias dos pacientes nas lutas e alegrias do combate à doença.

É difícil entrar nesse ambiente e não se emocionar. Não por pena, mas por admiração a todos que estão ali, desafiando o diagnóstico e os entraves da saúde pública para dar acesso aos tratamentos eficazes. Para quem trabalha numa universidade federal, como eu, essa parte é muito impactante. Nossos probleminhas do cotidiano ficam tão pequenos no contraste com os altos custos e as questões de sobrevivência que o universo do câncer impõe. Imaginem tudo isso plantado no topo de montanhas burocráticas e da escassez financeira da saúde pública… já é suficiente para me dar vontade de sumir. Mas a equipe e os voluntários não somem não.

Acho que a vida se divide entre antes e depois do nosso contato íntimo com uma doença grave. Em 2000,quando eu estava grávida do Antônio, meu padrasto foi diagnosticado com câncer de bexiga. Mesmo com todas as dificuldades e más notícias, ele e a minha mãe tinham uma forma bem positiva de lidar com a doença. Faziam planos, viajavam nas horas mais improváveis e reuniam os amigos no quarto do hospital. A Alice desde pequenininha era a paixão desse que foi o seu único avô de verdade. Quando soube que vinha a tão sonhada neta-menina, lá foi ele (o advogado rígido e severo) comprar um lacinho de cabelo vermelho para ela. Esse amor dos dois nos aproximou, e fiz o máximo para que a Alice convivesse com ele, com ou sem ambiente hospitalar. Mesmo no auge do sofrimento, eu sabia que uma visitinha da neta era capaz de arrancar um sorriso ou fazer esquecer um pouco as dores e os prognósticos cada vez piores. Até a última semana de sua vida, ele e minha mãe não perdiam as esperanças (ou nunca aparentavam ter perdido). Acho que fez uma enorme diferença que nós, os cinco filhos, tenhamos estado o tempo todo próximos, nos revezando na cabeceira da cama, junto com outros amigos e profissonais, por quem tenho uma admiração profunda. Os livros que fui lendo pelo caminho falam muito sobre como uma rede humana amorosa produz efeitos positivos na vida dos doentes. Ao ver o fim de perto, senti mais do que nunca como isso vale também na vida de todo nós.

Foi pensando nessa e em tantas outras histórias bonitas que aceitei com imenso prazer o convite para colaborar na campanha de alerta para o câncer infanto-juvenil, que acontece todos os anos em novembro.caminhadacorpTive a felicidade de ser convidada pela Ludmila para participar como voluntária dessa iniciativa linda em prol de crianças e adolescentes em tratamento da doença no Rio de Janeiro. Fiz o desenho da corrente humana (acima) e a imagem para a camiseta (abaixo) que vamos usar na “II Caminhada Contra o Câncer Infanto-Juvenil” no dia 8/novembro, às 9 horas da manhã, na orla da praia do Leblon (saída na altura do Jardim de Alah). Todos podem colaborar comprando uma camiseta da campanha pelo site ingressocerto.com (R$30,00), mesmo quem não puder comparecer. Os recursos obtidos com as vendas serão integralmente revertidos para as crianças e jovens com diagnóstico oncohematológico.

A caminhada tem como objetivo alertar a população e os profissionais de saúde para a importância do diagnóstico precoce, mas será também um momento de confraternização e alegria entre todos os envolvidos com a causa. Por trás disso tudo estão os Pacientes e Amigos da Onco-hematologia Pediátrica do Hospital Federal da Lagoa e a maravilhosa associação Saúde Criança, que há anos apoia as famílias com filhos em situação de doença prolongada. Nos encontramos lá!

camiseta

Sobre os desenhos: O desenho da camiseta surgiu de anotações que fiz durante a visita à unidade de tratamento oncohematológico no Hospital da Lagoa. As imagens evocam a importância do diagnóstico precoce (gotinhas de sangue), a perda de cabelo que pode ocorrer no tratamento (carinhas carecas), a esperança e a fé das famílias (pombinha azul), uma homenagem à líder da equipe, doutora Soraia Rouxinol (o passarinho amarelo cantando), a importância do apoio e do amor à criança e ao jovem (mãozinhas verdes e corações), o renascimento (flor de lótus), o lado lúdico do aquário (tartaruga) e a volta das crianças a uma vida ativa e criativa (livros, lápis e aquarelas). Para a execução, fiz rascunhos a lápis, contornos com canetinhas de nanquim descartáveis e pintura com aquarela baseadas em imagens pesquisadas na internet. (O contorno ilustrativo da camiseta foi tirado direto na internet, só para mostrar aqui no post como deve ficar o produto final.) Minha preferida de fazer foi a tartaruga, bichinho pelo qual tenho a maior simpatia. Para o desenho da corrente humana, fiz os bonequinhos em duas folhas A4, em formato paisagem, à mão. A ideia é inspirada na antiga marca das Amigas do Peito, desenhada pela minha amiga querida, Claudia Orthof, filha-sobrevivente de uma mãe falecida de câncer. Para juntar tudo, escaneei e usei o Photoshop, programa que serviu também para colar todas as demais imagens por cima. Ficou meio confuso, eu sei, mas foi o possível!

Divulgação: Fiquem à vontade para copiar e colar qualquer imagem ou texto dessa página que ajude na divulgação do evento e na venda das camisetas!